23 março 2010

“O nome do Senhor é uma torre forte; os justos correm para ela e estão seguros”. Pv 18.10

Viagem até a fronteira da Indonésia

É com alegria que compartilho com os irmãos que recebi o visto de um ano, agora acabou minha correria de renovar visto a cada mês, Deus seja louvado! No dia 7 fui até a fronteira com a Indonésia e recebi este visto, foi uma viagem pelas montanhas, tudo muito bonito por sinal, apesar de não ser confortável devido o calor e as curvas em todo o percurso.

Na semana anterior a esta viagem até a fronteira, fizemos outra como equipe, desta vez para o distrito de Manatuto, a fim de espiar a terra. Tivemos uma primeira impressão baseados nesta primeira visita e vimos que as condições de vida no interior deste distrito é extremamente precária, sem energia elétrica ou água encanada. ; mas continuamos orando por direcionamento e faremos outras visitas em outras regiões.

Casas em Cribas-Manatuto Crianças Mulher timorense Plantação de Arroz

Na primeira semana de Junho fiz um curso intensivo de Tétun, creio que foi muito bom, pois me sinto bem mais segura na comunicação com os timorenses, sei que ainda tenho muito para aprender, pois aprendizagem de lingua é um processo contínuo.

Tivemos de 10 a 12 de Junho nossa mini-conferência com nossos supervisores de campo Graham e Becky Bee, foi um tempo precioso na presença do Senhor, de renovo para nossas vidas e fortalecimento de nossa equipe; além de tomarmos algumas decisões importantes em relação ao nosso trabalho.

.

Mini – conferência WEC Timor Leste 2009

Recebi dois pares de óculos da IPC, e quero expressar meus sinceros agradecimentos aos irmãos e liderança da IPC, pois estava dificil me arrajar por aqui, meus óculos estavam quebrados, pois ainda não há este tipo de serviço por aqui. Também quero agradecer o casal Gripp que possibilitaram o envio de medicações que eu estava necessitando.

Continuo procurando uma casa menor para alugar, dia 10 de Julho devo entregar a casa que estou , até lá espero ter encontrado outra. Com com suas orações!!!

Obrigada por fazer parte deste ministério juntamente comigo. Em Cristo,

Polliana Pantoja Gorgônio Bezerra

(Missionária da IPC servindo em Timor Leste através da WEC-AMEM)

Faze-me ouvir a tua benignidade pela manhã, pois em ti confio; faze-me saber o caminho que devo seguir, porque a ti levanto a minha alma. (Sl. 143:8-9a).

Em Timor Leste vivo uma descoberta a cada dia, seja uma nova palavra em Tetun, seja nas pequenas ações do dia com os timorenses. E nesse caso tenho sofrido em alguns aspectos, por causa do choque entre a minha cultura e a dos timorenses. Deus tem ministrado muito ao meu coração, me fazendo percebê-lo e me alegrar pequenas coisas que Ele me tem permitido viver.

Sigo com o aprendizado da língua e apesar das limitações da língua tenho me envolvido no Projeto Esperança, ajudando nos clubinhos bíblicos e na confecção de materiais para-didáticos.

Tenho vivido lutas pra conseguir meu visto de um ano com voluntária, sem esse visto preciso sair do país a cada três meses, o que me fazer perder tempo e recursos, além de ter que ficar estendendo o visto a cada mês. Já fui dar entrada umas 8 vezes no meu processo de visto, em cada vez eles exigem um novo documento, com seus períodos de espera, taxas e muita burocracia. Alguns missionários estão na espera há quase um ano!

Nesse período do ano é muito comum doenças como malária, dengue e viroses, mas Deus tem me mantido de pé, e tenho sido ajuda a amigos. Célia e Julia, amigas que dividem casa comigo, pegaram virose e a outra dengue. Com a graça de Deus estão boas. Há onze dias a Márcia, um velha amiga que conheci no seminário, começou com terrível dor de cabeça, febre e vômitos. Ficou internada em Dili, mas não foi diagnosticado dengue nem malária. Como o Timor ofrece infra-estrutura hospitalar mínima, Márcia foi encaminhada para Cingapura, fazer ressonância e exames mais detalhados. É de Cingapura que escrevo essa carta. Estamos esperando um diagnóstico, pois vim como acompanhante de Márcia e sua tradutora.

Voltando pro Timor terei mais três meses pra tentar conseguir meu visto de voluntária, caso contrario terei que sair novamente do país. Se Deus quiser, aceitarão meu processo. Orem a respeito.

Há duas semanas tivemos visitar de nossos líderes. Tivemos momentos preciosos juntos, m momento de comunhão e fortalecimento. Fomos desafiados a orar pelos alvos ministeriais para os próximos 10 anos aqui no Timor.

Assisti uma pregação em DVD de Paul Freston no V Congresso Brasileiro de Missões, e a coisa que mais me marcou foi quando ele disse que nós missionário precisamos nascer na nova cultura. Pra realmente nascer pensei com meus botões, preciso me permitir "morrer" em alguns aspectos culturais e de cosmovisão e isso, claro, causa algum sofrimento. Isto tem me ajudado a passar por esse período de adaptação e de choque cultural consciente de que é uma fase, como um parto, apesar do sofrimento vai gerar uma nova vida.

A saudade da família, igreja e amigos ás vezes apertam no peito, mas Deus é bom e tem me dado bons amigos e equipe aqui em Timor.

Orem comigo!!

- Pela saúde de Márcia, para que tenhamos um diagnóstico e tratamento correto;

- Por nossa viagem de volta ao Timor;

- Por minha aprendizagem do Tetun;

- Pelo meu visto de trabalho voluntario e de outros missionários;

- Por minha saúde e por condições financeiras para renovar meu seguro saúde, uma necessidade extrema nesse campo;

- Por toda equipe : o casal Mirna, Dayan e filhos, Andrea A., Andrea M., Célia, Ji sooK Lee e por mim.

Em Cristo nosso Senhor,

Polliana Pantoja Gorgonio Bezerra

P.O. BOX 87

Dili

Timor Leste

Faze-me ouvir a tua benignidade pela manhã, pois em ti confio; faze-me saber o caminho que devo seguir, porque a ti levanto a minha alma. (Sl. 143:8-9a).

Em Timor Leste vivo uma descoberta a cada dia, seja uma nova palavra em Tetun, seja nas pequenas ações do dia com os timorenses. E nesse caso tenho sofrido em alguns aspectos, por causa do choque entre a minha cultura e a dos timorenses. Deus tem ministrado muito ao meu coração, me fazendo percebê-lo e me alegrar pequenas coisas que Ele me tem permitido viver.

Sigo com o aprendizado da língua e apesar das limitações da língua tenho me envolvido no Projeto Esperança, ajudando nos clubinhos bíblicos e na confecção de materiais para-didáticos.

Tenho vivido lutas pra conseguir meu visto de um ano com voluntária, sem esse visto preciso sair do país a cada três meses, o que me fazer perder tempo e recursos, além de ter que ficar estendendo o visto a cada mês. Já fui dar entrada umas 8 vezes no meu processo de visto, em cada vez eles exigem um novo documento, com seus períodos de espera, taxas e muita burocracia. Alguns missionários estão na espera há quase um ano!

Nesse período do ano é muito comum doenças como malária, dengue e viroses, mas Deus tem me mantido de pé, e tenho sido ajuda a amigos. Célia e Julia, amigas que dividem casa comigo, pegaram virose e a outra dengue. Com a graça de Deus estão boas. Há onze dias a Márcia, um velha amiga que conheci no seminário, começou com terrível dor de cabeça, febre e vômitos. Ficou internada em Dili, mas não foi diagnosticado dengue nem malária. Como o Timor ofrece infra-estrutura hospitalar mínima, Márcia foi encaminhada para Cingapura, fazer ressonância e exames mais detalhados. É de Cingapura que escrevo essa carta. Estamos esperando um diagnóstico, pois vim como acompanhante de Márcia e sua tradutora.

Voltando pro Timor terei mais três meses pra tentar conseguir meu visto de voluntária, caso contrario terei que sair novamente do país. Se Deus quiser, aceitarão meu processo. Orem a respeito.

Há duas semanas tivemos visitar de nossos líderes. Tivemos momentos preciosos juntos, m momento de comunhão e fortalecimento. Fomos desafiados a orar pelos alvos ministeriais para os próximos 10 anos aqui no Timor.

Assisti uma pregação em DVD de Paul Freston no V Congresso Brasileiro de Missões, e a coisa que mais me marcou foi quando ele disse que nós missionário precisamos nascer na nova cultura. Pra realmente nascer pensei com meus botões, preciso me permitir "morrer" em alguns aspectos culturais e de cosmovisão e isso, claro, causa algum sofrimento. Isto tem me ajudado a passar por esse período de adaptação e de choque cultural consciente de que é uma fase, como um parto, apesar do sofrimento vai gerar uma nova vida.

A saudade da família, igreja e amigos ás vezes apertam no peito, mas Deus é bom e tem me dado bons amigos e equipe aqui em Timor.

Orem comigo!!

- Pela saúde de Márcia, para que tenhamos um diagnóstico e tratamento correto;

- Por nossa viagem de volta ao Timor;

- Por minha aprendizagem do Tetun;

- Pelo meu visto de trabalho voluntario e de outros missionários;

- Por minha saúde e por condições financeiras para renovar meu seguro saúde, uma necessidade extrema nesse campo;

- Por toda equipe : o casal Mirna, Dayan e filhos, Andrea A., Andrea M., Célia, Jisoo e por mim.

Em Cristo nosso Senhor,

Polliana Pantoja Gorgonio Bezerra

P.O. BOX 87

Dili

Timor Leste

16 outubro 2008

Crianças timorenses passam fome crônica

A fome crônica afecta mais de metade das crianças timorenses com idade inferior a 5 anos, alertou o director da plataforma de organizações humanitárias, Oxfam.

O responsável pela plataforma falava na Austrália sobre a crise alimentar em Timor-Leste, onde referiu que 70% das casas não têm alimentos para o dia-a-dia.

Segundo a agência Reuters, citada pela Renascença, o director estima que a crise esteja já a afectar outros países da Ásia e África e algumas regiões localizadas no Pacífico Sul.

A situação deve-se ao aumento dos alimentos. Em Timor-Leste o valor do arroz duplicou, o que motivou a plataforma humanitária a pedir que sejam criados mais programas de emergência alimentar, assim como mais investimentos na produção agrícola neste país.

23 setembro 2008

10 MANEIRAS PRÁTICAS DE COMO MATAR UM MISSIONÁRIO

1 - Comece deixando de orar por ele...

2 - Na igreja, passe a plantar fofocas e intrigas, a respeito dele, assim cada um se preocupará com banalidades e se esquecerá da obra a ser realizada...

3 - Jamais pregue a respeito de missões, afinal este responsabilidade não é sua...

4 - Sinta muita vontade de escrever para um missionário, mas nunca escreva, afinal você "não sabe" e "não tem tempo" !!!

5 - Se por acaso não resistir à tentação de escrever, escreva, mas sempre cobrando dele alguma coisa, por exemplo: quantas almas ganhou??

6 - Esqueça datas importantes, como o aniversário denascimento dele, da esposa e dos filhos...

7 - Nunca demonstre seu amor por ele...

8 - Nunca envie uma mensagem de ânimo, afinal todo missionário é um "super crente" e, portanto, não precisa dessas coisas...

9 - Mantenha o seguinte pensamento: todo missionárioprecisa passar fome para atingir o "êxtase espiritual” •como se ele fosse um guru indiano...

10 - Pare imediatamente de contribuir financeiramente, pois além das suas prioridades você já viu em algum lugar a expressão: "o missionário vive pela fé...”.
•SE VOCÊ ACHA MUITO TRABALHOSO PRATICAR TODAS ESTAS SUGESTÕES, ENTÃO ESCOLHA APENAS DUAS OU TRÊS E EM BREVE O MISSIONÁRIO ESTARÁ MORTO!
{ÓBVIAMENTE QUE VOCÊ NÃO VAI OPTAR POR NENHUMA DESTAS MANEIRAS}

(autor desconhecido)

09 setembro 2008

Notícias Setembro de 2008

Completei meu quarto mês aqui na Nova Zelandia, e até aqui tenho visto a boa mão do Senhor sobre minha vida. Agora quando olho por calendário vejo o quão perto estou de chegar na “terra prometida”... Dia 09 de novembro, se Deus quiser estarei indo pro Timor Leste!

Ao final dos três primeiros meses em Dunedin, onde eu estava morando com uma família neozelandesa, retornei para Queenstown, para renovação do visto por mais três meses. Nesse tempo todo não parei de estudar inglês. O tempo que estou aqui em Queenstown é uma benção, pois fico em contato com um pedacinho da IPC , que são Paula, Márcia e Maria Alice (que foram membros da IPC antes de virem pra Nova Zelandia). Louvo a Deus pela vida delas e do Simon, esposo de Paula, pois eles têm sido um instrumento de Deus na minha vida. A escola cristã onde Simon é professor também tem contribuído muito na minha caminhada de aprendizagem da língua, pois aprendo muito ficando em contato com as crianças.

É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem.

Nos estudos, meu nivel tem evoluido, graças a Deus que tem me capacitado a cada dia aprender mais. A escola tem sido um grande desafio, não somente pelo aprendizado em si, mas em questões espirituais, pois os alunos são de diversas nações. Estudo com budistas, muçulmanos, entre outros; o Senhor tem me dado boas oportunidades de testemunhar, especialmente a Tomoko, uma colega japonesa.

Dia 11 de outubro farei o exame IELTs, com o resultado desse exame saberei se atingi o nível de inglês exigido pra o campo.

Esse mês meu coração está um pouco mais apertado de saudade, especialmente pelo casamento da minha irmã no dia 27, mas a oração e a tecnologia encurtam as distâncias e assim tenho contribuído e participado um pouco dos preparos desta data.

Pontos de oração:

  • Louvem a Deus pela renovação do meu visto;
  • Pela vida de Simon, Paula, Maria Alice e Márcia; e também pelo ministério de alcance de brasileiros, que eles têm desenvolvido aqui;
  • Orem ela vida da Tomoko, pra que o Espírito Santo toque seu coracao;
  • Orem pelos meus ultimos meses aqui e pelo exame que farei em Outubro;
  • E pelos preparativos pra viagem para o Timor, que devera ser até dia 9 de Novembro, quando vence o meu visto;
  • Por minha saúde fisica, mental e espiritual.

Saudoso abraço,

Polliana Pantoja Gorgônio Bezerra

37, Stewart St., Frankton 9300

Queenstown – New Zealand

pollpant@gmail.com

15 julho 2008

Noticias

"Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós" I Pe 5:7

Estou na Nova Zelândia há dois meses e, tenho passado por um tempo bom aqui, o inverno ainda está começando e é comum temperaturas abaixo de zero. Passei as três primeiras semanas em Queenstown, onde comecei o estudo do inglês e fiquei hospedada na casa de uma amiga brasileira que é casada com um neozelandês. Esse tempo foi bom para que eu me estabelecesse e me adaptasse ao novo país e suas culturas, como por exemplo, tive que aprender a não almoçar. Aqui as pessoas tomam café-da-manhã reforçado e não almoçam. Queenstown é uma linda cidade que fica a beira do lago Wakatipu, cercada por montanhas geladas.

Agora estou em Dunedin, uma cidade maior, que fica a 280 km de Queenstown. São cerca de 300 mil habitantes e muitas igrejas evangélicas, porém tem experimentado um esfriamento espiritual. Em frente a minha escola de inglês, por exemplo, existia uma igreja antiga que fechou e hoje funciona um famoso bar.

Em Dunedin estou morando com um casal neozelandês cristão, Trevor e Diana, que tem me abençoado bastante. Eles já participaram de viagens missionárias também, e falam apenas o inglês, o que é bom para que eu treine bastante minha língua. Por enquanto ainda preciso fazer algumas "macaquices" para ser entendida em conversas mais profundas, mas conforme vou aprendendo, vai ficando mais fácil. Estou freqüentando com eles a Fernhill Churh e toda terça-feira existe um grupo de estudo bíblico da igreja em casa. No momento estamos no livro de Romanos.

Estudo inglês todos os dias, de 9h ás 15h, no centro de Dunedin. Minha turma é formada por gente da China, Japão, Tailândia, Coréia, Alemanha, Omã e eu do Brasil. Chega a ser engraçada as misturas de sotaques, também tem sido uma rica oportunidade de ser um testemunho na turma, pois somente eu e uma coreana somos cristãs.

Orem:

- Louvando ao Senhor pela minha vinda pra Nova Zelândia, tudo deu certo, desde passagens, imigração e malas;

- Pra que o Senhor me capacite a aprender mais e mais da língua inglesa nesses meses que passarei aqui;

- Por minha saúde e adaptação ao clima , o frio daqui me desanima um pouco;

- Por minha família no Brasil;

- Por minha igreja e mantenedores.
Em Cristo,
Polliana Pantoja
2 Cockburn St Fairfield, Dunedin- Nova Zelandia